Opinião

Catarina Morais
Jovens trabalhadores: razões para lutar
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Opiniãojovens trabalhadores

Jovens trabalhadores: razões para lutar

Catarina Morais

São muitas: contratos precários como regra; contratos a prazo injustificáveis e com despedimento quase garantido no seu termo; falsos recibos verdes, estágios não remunerados, falso voluntariado; salários de miséria, famílias jovens na pobreza; desemprego muito superior entre os jovens; qualificações altas mas desvalorizadas; dependência familiar ou emigração como destino; famílias que se adiam. É preciso mais?

Duarte Caldeira
Uma discussão séria e urgente
CréditosFonte: Notícias ao minuto /

Opiniãofloresta

Uma discussão séria e urgente

Duarte Caldeira

Minutos depois da apresentação do relatório final da Comissão Técnica Independente para a avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de Outubro passado, os deputados do PSD e do CDS já colavam o documento às suas teses sobre a «falência do Estado». Seria melhor que tivessem lido o documento e apresentado desculpas pela gestão ruinosa dos governos PSD/CDS – na floresta nacional e no Instituto de Conservação da Natureza como em tantos outros aspectos da vida nacional.

António Abreu
O que dizem os resultados das eleições presidenciais de domingo na Rússia
CréditosAlexey Druzhinin/EPA/Sputnik. /

OpiniãoEleições Rússia 2018

O que dizem os resultados das eleições presidenciais de domingo na Rússia

António Abreu

107 milhões de eleitores distribuídos por 97 mil assembleias de voto; vigilância das urnas por câmaras de vídeo e tratamento imediato de queixas pela Comissão Eleitoral Central; uma votação massiva em ambiente caloroso, com 68% de participação: aos meios de informação e governos ocidentais, tudo isto custa a engolir. 

Manuel Guerreiro
As grandes cadeias da distribuição aumentam os lucros e querem reduzir salários
Créditos / CC BY 2.0

Opiniãogrande distribuição

As grandes cadeias da distribuição aumentam os lucros e querem reduzir salários

Manuel Guerreiro

Está provado: entre 2010 e 2017 as grandes cadeias da distribuição reduziram em 10% os salários aos trabalhadores que empregam. Não lhes chega: nas negociações em curso querem continuar a reduzir as remunerações através de «mais flexibilidade» e da desregulação dos horários de trabalho. Era o que faltava.