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Luta pelo aumento dos salários na Rodoviária de Lisboa

A greve desta terça-feira paralisou a maioria dos serviços prestados pela  Rodoviária de Lisboa/Barraqueiro, mas os trabalhadores já marcaram novas lutas pelo aumento dos salários.

Créditos / Executive Digest

A greve de 24 horas teve uma adesão «bastante elevada» e «paralisou a esmagadora maioria dos serviços prestados por esta empresa», revela a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans/CGTP-IN) numa nota à imprensa.

A luta prossegue durante o mês de Fevereiro com uma greve ao trabalho extraordinário. Entretanto, os trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (RL) reuniram-se em plenário e as organizações sindicais foram mandatadas para entregarem novo pré-aviso de greve para o início de Março.

Em causa está a exigência do aumento do salário, que, sublinha a Federação, já foi absorvido pelo salário mínimo nacional. O ordenado médio de um trabalhador da RL é de cerca de 700 euros (brutos), enquanto o ordenado mínimo nacional é de 705 euros.

A RL, empresa de transporte rodoviário de passageiros do grupo Barraqueiro, opera nos concelhos de Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, servindo cerca de 400 mil habitantes.

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