Foi após recordar medidas vertidas pelo Governo no anteprojecto chamado «Trabalho XXI», que ainda se mantêm, como a facilitação dos despedimentos, o outsourcing, o banco de horas individual e a ameaça do direito à greve, com Tiago Oliveira a apelidar mais uma vez o processo negocial de «encenação», que o líder da central sindical confirmou na RTP a greve geral para 3 de Junho e admitiu que este será «um grande 1.º de Maio».
«A CGTP vai convocar todos os trabalhadores no 1.º de Maio para aderirem a uma grande greve geral no próximo dia 3 de Junho», disse Tiago Oliveira, confiante de que, tal como no passado dia 11 de Dezembro, será novamente «uma grande greve geral».
«Vamos continuar a trilhar este caminho de denúncia, mas também de luta por uma vida melhor [...] e de retirada deste pacote laboral», acrescentou o líder da Intersindical, que esta tarde participa na manifestação do 1.º de Maio, em Lisboa, com comício na Alameda D. Afonso Henriques.
De Norte a Sul, e também nas regiões autónomas, há inúmeras iniciativas a assinalar o Dia Internacional do Trabalhador, mas com reivindicações presentes, nomeadamente a retirada do pacote laboral, o fim da precariedade e o aumento geral dos salários.
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