|Forte de Peniche

URAP: resistência antifascista em tempo de pandemia

Quatro anos volvidos do convívio que marcou o grande impulso do movimento de repúdio à intenção de utilizar a antiga cadeia para fins hoteleiros, a URAP assinalou a data na Fortaleza de Peniche. 

José Pedro Soares, dirigente da URAP, esteve preso em Peniche de 1 de Junho de 1973 a 27 de Abril de 1974
José Pedro Soares, dirigente da URAP, esteve preso em Peniche de 1 de Junho de 1973 a 27 de Abril de 1974Créditos / URAP

A União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) esteve hoje em Peniche para, de forma simbólica, assinalar a data de 29 de Outubro de 2016, dia em que a grande iniciativa organizada por ex-presos políticos, familiares, amigos, democratas de diferentes sensibilidades permitiu reverter a decisão do governo e transformar a Fortaleza de Peniche no Museu Nacional Resistência e Liberdade.

Uma data que assinala também o lançamento da petição dirigida à Assembleia da República, condenando a intenção do governo de utilizar a Fortaleza para fins hoteleiros e reclamando que no espaço de uma das mais sinistras cadeias da ditadura fascista se instalasse um museu, que é hoje um símbolo maior da resistência antifascista.

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