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Militares chumbam nova quota para o IASFA

O Conselho Consultivo do IASFA chumbou a proposta da direcção que pretende impor aos militares uma nova quota, a juntar aos 3,5% que já descontam para a acção social.

Participação de militares nas comemorações do Dia da Marinha, em Vila do Conde, 21 de maio de 2017
Participação de militares nas comemorações do Dia da Marinha, em Vila do Conde, 21 de maio de 2017CréditosJOSE COELHO / LUSA

A reunião do Conselho Consultivo que se realizou nesta segunda-feira chumbou, por maioria, a proposta apresentada pelo presidente do Conselho Directivo (CD) do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA) de impor aos militares uma nova quota de 0,8%.

Votaram contra, os representantes do Exército, da Força Aérea, da Marinha, do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) e as quatro associações militares: oficiais (AOFA), sargentos (ANS), praças (AP) e militares na reserva e reforma (ASMIR). A favor, para além do presidente do CD, votaram também os representantes do Ministério da Defesa Nacional.

Embora as decisões do Conselho Consultivo não tenham carácter vinculativo, os militares sublinham o facto de os seus representantes institucionais e associativos – os três ramos, o EMGFA, a AOFA, a ANS, a AP e a ASMIR terem convergido na rejeição da proposta.

Entretanto, as associações militares emitiram um comunicado conjunto, onde defendem um novo modelo de gestão para o IASFA, no sentido de garantir que os militares passem a ter uma palavra a dizer nos destinos da Instituição.

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