Para ultrapassar as metas estatísticas dos índices de escolarização da população jovem portuguesa, o governo anterior procurou mascarar as baixas taxas com um ensino profissionalizante de baixíssima qualidade, com o alargamento artificial da escolaridade obrigatória e com a criação de uma espécie de pós-secundário, que mais não é que um ensino médio de qualidade, no mínimo, duvidosa.