Perante a «farsa negocial» que o Governo PSD/CDS-PP, segundo o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL/CGTP-IN), tem «insistido em protagonizar», quer com os trabalhadores da Administração Pública, quer com os da Administração Local e das empresas concessionárias, este sindicato está a convocar um protesto de dirigentes, delegados e activistas sindicais em frente à sede do Conselho de Ministros, no Campus XXI, em Lisboa.
Face a um agravemento muito sério do custo de vida (nos últimos 4 anos, o cabaz alimentar aumentou 31% - e só os lucros é que acompanharam este crescimento), o STAL exige «uma maior abrangência e a actualização do Suplemento de Penosidade e Insalubridade», assim como a inclusão do factor Risco nesta matéria, e a aplicação do Suplemento de Insalubridade, Penosidade e Risco (SIPR) «a todos os trabalhadores do sector empresarial, se não existir nada mais favorável».
Os trabalhadores da Administração Local querem também ver regulamentado o Suplemento de Disponibilidade e Piquete e uma adequada «identificação e regulamentação das profissões de desgaste rápido», indispensável para proteger os trabalhadores que exercem funções com consequências dramáticas na sua saúde», como é o caso dos trabalhadores da limpeza e da higiene urbana.
O STAL, envolvido neste processo desde o primeiro momento, pretende ainda que o Governo PSD/CDS assuma a «valorização e recuperação de todas as carreiras» da função pública, revogando igualmente o SIADAP (sistema de avaliação por quotas) e estabelecendo a jornada de 35 horas semanais para todos, sem excepção. Outra das matérias pela qual o sindicato se está a bater na negociações prende-se com a «reposição das indeminizações por doenças e acidentes de trabalho».
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