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Trabalhadores do Auchan denunciam estagnação salarial

Para contrariar a desvalorização dos trabalhadores, o sindicato do sector exige aumentos salariais e a efectivação de outros direitos.

Créditos / CGTP-IN

A política salarial do grupo Auchan não respeita «os princípios da igualdade, equidade e justiça» e não valoriza quem, ao longo dos anos, «tem dado o seu melhor em termos de dedicação e profissionalismo», acusa o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços (CESP/CGTP-IN) num comunicado em que enumera as principais exigências do caderno reivindicativo dos trabalhadores para 2020.

«Há uma clara estagnação salarial e uma efectiva desvalorização dos trabalhadores com mais anos de trabalho», denuncia o CESP, considerando que o grupo Auchan tem condições para melhorar as condições de vida e de trabalho dos seus funcionários.

Os trabalhadores reivindicam para 2020 o aumento salarial de 90 euros para todos; os 700 euros como salário de entrada na empresa; o aumento do subsídio de alimentação em um euro por dia; e o desconto de 10% nas compras.

Exigem ainda a redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas abrangendo todos os trabalhadores, passando já em Janeiro de 2020 para as 39 horas; o estabelecimento de 25 dias úteis de férias; o pagamento do subsídio nocturno a todos os trabalhadores a partir das 20h e o encerramento das lojas aos domingos e feriados.

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