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Greve com 75% de adesão na Águas do Tejo Atlântico

Esta segunda-feira os trabalhadores da Águas do Tejo Atlântico (AdTA) realizaram uma greve de 24 horas, que contou com uma adesão de 75%, em que protestaram pela uniformização das condições de trabalho.

Os trabalhadores da AdTA concentraram-se no dia de greve, pelas 10h30, na ETAR de Alcântra
Créditos / AbrilAbril

Uma nota do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL/CGTP-IN), enviada às redacções, informa que a greve realizada ontem encerrou diversas ETAR (Estações de Tratamento de Águas Residuais) e que os trabalhadores «estão dispostos a continuar a lutar até que seja garantida a aplicação das mesmas condições de trabalho a todos».

A AdTA, empresa responsável pela gestão e exploração do sistema multimunicipal de saneamento de águas residuais da Grande Lisboa e Oeste, resulta da fusão de três empresas – Sanest, Simtejo e Águas do Oeste – , «que tinham acordos colectivos de trabalho com direitos muito diferentes», explica o STAL, acrescentando que a actual administração «recusa a uniformização das condições de trabalho, criando situações de total injustiça».

Os trabalhadores também reivindicam a uniformização do subsídio de transporte para 99,74 euros, a uniformização do subsídio de refeição para 7,07 euros, a uniformização do subsídio de prevenção para 2,23 euros/hora e a atribuição de subsídio de turno de 8,3% para os trabalhadores que praticam modalidade de horário.

A estrutura sindical informa ainda que, no plenário realizado no dia de greve, na ETAR de Alcântra, os trabalhadores decidiram realizar um novo plenário no dia 20 de Agosto, «para apreciar a proposta da administração e discutir possíveis novas formas de luta».

A AdTA, do grupo Águas de Portugal, foi criada pela cisão resultante da reversão das agregações impostas pelo governo do PSD e do CDS-PP em 2015.

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