O 25.º Congresso do PS, que decorreu em Viseu durante o fim-de-semana, terminou este domingo com a eleição da lista única para a Comissão Nacional, liderada por Inẽs Medeiros, que obteve mais de 88% dos votos.
O congresso que terminou sem grandes novidades, nomeadamente quanto ao posicionamento do PS em relação ao Governo. Os socialistas assumem que não pretendem abandonar o seu posicionamento de uma oposição hesitante e permissiva face às políticas de direita do Executivo liderado por Luís Montenegro.
Na intervenção de encerramento do Congresso, que contou com a participação de diversos partidos políticos, com excepção do Chega, que não foi convidado, o secretário-geral do PS enunciou um conjunto de promessas como se o PS não tivesse estado no governo até Março de 2024.
José Luís Carneiro quer melhorar, em áreas como a defesa nacional, habitação, justiça, saúde e finanças locais, aquilo que o PS, na maioria dos casos, não quis fazer ao longo de mais de nove anos de governação, incluindo uma maioria absoluta na Assembleia da República. Aliás, recorde-se que foi por não querer reforçar o SNS, que agora diz estar no «ADN do PS», que, por exemplo, o BE e o PCP romperam com o apoio parlamentar ao governo de António Costa.
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