As concentrações, com a participação de milhares de pessoas, tiveram lugar em frente à Estátua de Simón Bolivar, na Av. da Liberdade, em Lisboa, na Praça D. João I, no Porto, e na Rua do Castelo, em Braga.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera que esta intervenção dos Estados Unidos da América visa apoderarem-se «dos imensos recursos naturais da Venezuela», país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo.
Entretanto, o CPPC reclama ainda do Governo português uma «clara condenação da agressão militar dos EUA», cumprindo os princípios vertidos na Constituição da República Portuguesa, que preconiza «o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre Estados».
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