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«Defesa da paz, urgência do nosso tempo»: encontros no Porto e Viana

Na próxima terça-feira, no Porto, e uma semana depois, em Viana do Castelo, o CPPC promove a realização de sessões públicas em defesa da paz – ambas às 18h.

Concentração promovida pelo CPPC em defsa da paz no final de Outubro, em Lisboa 
Concentração promovida pelo CPPC em defsa da paz no final de Outubro, em Lisboa Créditos / CPPC

Por iniciativa do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), a Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto acolhe, dia 6 de Dezembro, uma sessão aberta com o título «Defesa da paz, urgência do nosso tempo».

Participam no encontro Ilda Figueiredo (presidente da direcção nacional do CPPC), José Pedro Rodrigues (assessor de comunicação e auditor do Curso de Defesa Nacional), Manuela Espírito Santo (escritora) e Rui Pereira (professor universitário).

Uma semana depois, dia 13, uma sessão com igual título e propósito (destacar a importância da defesa da paz) decorre no auditório da sede do pólo de Monserrate da União de Freguesias de Viana do Castelo, informa o CPPC na sua página de Facebook.

Cartaz da iniciativa em Viana do Castelo / CPPC

Na iniciativa, promovida pelo CPPC em conjunto com a União de Sindicatos de Viana do Castelo (USVC/CGTP-IN) e apoiada pela União de Freguesias de Viana do Castelo, participam Augusto Silva (coordenador da USVC), Carla Oliveira (psicóloga), Ilda Figueiredo e Rui Pereira.

Elevar a luta pela paz a novos patamares

No final de Outubro, o CPPC dinamizou acções em Lisboa e no Porto, sob o lema «Os povos querem paz, não o que a guerra traz», nas quais defendeu a urgência de «elevar a luta pela paz para novos patamares», de modo «a travar a loucura belicista que parece comandar as políticas da UE e dos governos europeus, totalmente submissos aos interesses e às ordens dos Estados Unidos».

Para o CPPC, tais políticas são «frontalmente contrárias aos interesses e às necessidades dos povos europeus».

Na ocasião, o organismo de defesa da paz lembrou que o cenário de guerra não é um exclusivo da Ucrânia e que muitos países são «alvos directos de sanções», que fazem dos seus povos «as vítimas», assim como «os povos dos países que as impõem», tal como «o agravamento das condições de vida na Europa o está a demonstrar».

«Os povos querem a paz» e precisam dela, sublinhou então o CPPC, porque «sem ela não é possível o desenvolvimento, a justiça social, um futuro melhor».

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