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Freguesia de Abrantes recusa ficar sem banco

A comissão de utentes contesta o anúncio de encerramento do balcão do Santander e consequente fecho do único multibanco na freguesia de Rossio ao Sul do Tejo, no concelho de Abrantes, em finais de Junho.

Créditos / radioregional.pt

Depois do BPI, em 2015, e da CGD, em 2016, a população de Rossio ao Sul do Tejo, que em 2017 perdeu também os CTT, está agora confrontada com o encerramento da agência do Santander.

Face à sucessiva perda de serviços, a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Abrantes admite em comunicado que «pôr privados (ou públicos a gerir como privados) a prestar serviços públicos, na sua ânsia de aumentar lucros, só resulta em prejuízos para as populações». 

Fonte oficial do Santander Totta confirmou à agência Lusa o encerramento do balcão em Rossio ao Sul do Tejo no dia 25 de Junho, tendo justificado a decisão com «aquilo que os clientes pedem» e referido o reforço de pessoal em Abrantes, a cerca de quatro quilómetros da localidade de Rossio ao Sul do Tejo.

No passado dia 12 de Maio, os trabalhadores manifestaram-se no Porto contra o processo unilateral de despedimento de 100 a 150 trabalhadores anunciado pelo banco, apesar de no primeiro trimestre deste ano ter registado lucros de 34,2 milhões de euros.

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