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Governo boliviano reafirma que Educação é uma prioridade

A Educação é um sector prioritário para o executivo da Bolívia, reiterou esta quinta-feira Luis Arce, sublinhando que os investimentos para promover a qualidade do ensino vão prosseguir.

Unidade Educativa María Ayma Mamani, em Puerto Villarroel (Cochabamba) 
Unidade Educativa María Ayma Mamani, em Puerto Villarroel (Cochabamba) Créditos / @LuchoXBolivia

O presidente da Bolívia, Luis Arce, destacou a centralidade da aposta na Educação no seu mandato e, neste sentido, o executivo que lidera trabalha na construção de mais infra-estruturas e equipamentos para «melhorar a formação dos estudantes».

Estas afirmações foram proferidas a propósito da inauguração do estabelecimento María Ayma, localizado no município de Puerto Villarroel, em Cochabamba, refere a Agencia Boliviana de Información (ABI).

Numa cerimónia em que esteve acompanhado por autoridades locais, Arce destacou que o espaço recém-inaugurado não conta apenas com salas de aula, mas também com laboratórios de química, física, biologia e geografia, entre outras áreas de ensino necessárias à formação dos estudantes, «para que sejam cada vez melhores».

«A educação é uma prioridade para o nosso governo», escreveu Luis Arce na sua conta de Twitter, acrescentando que na unidade educativa María Ayma foi feito um investimento de 6,7 milhões de bolivianos (cerca de 890 mil euros). «Daqui têm de sair os nossos cientistas e presidentes», notou.

Ao longo deste mês, no âmbito do 37.º aniversário do município de El Alto, que integra a área metropolitana de La Paz, o governo boliviano também inaugurou diversas infra-estruturas educativas «equipadas» em várias zonas da cidade.

Ao inaugurar a unidade educativa Pedro Domingo Murillo, no passado dia 2, Arce destacou o empenho em «melhorar a qualidade da educação», acrescenta a fonte.

Em Dezembro de 2021, ao apresentar o Orçamento Geral do Estado, o vice-ministro boliviano do Orçamento e Contabilidade Fiscal, Zenón Mamani, afirmou que iriam ser destinados cerca de 6,2 mil milhões de euros aos sectores da Saúde e da Educação – um aumento de 3,3% e 6,7%, respectivamente.

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