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Autoridades cubanas felicitam trabalhadores da saúde no seu dia

Palavras de admiração e gratidão foram transmitidas aos profissionais da saúde de Cuba no Dia da Medicina Latino-Americana, recordando que mantêm firme o princípio da prestação de cuidados e solidariedade.

Com a colaboração médica cubana, El Alto possui neuropediatria de vanguarda
Com a colaboração médica cubana, El Alto possui neuropediatria de vanguarda Créditos / bmcbolivia.com.bo

A propósito da celebração do Dia da Medicina Latino-Americana, o Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, expressou agradecimento, na sua conta oficial de Twitter (X), à «grande família da medicina latino-americana pelo profissionalismo, a consagração e o profundo sentido de solidariedade humana com que cumprem cada dia a mais desafiante das missões dentro e fora da Pátria».

Na mesma plataforma, o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, também transmitiu felicitações aos trabalhadores da saúde, que descreveu como pessoas de «profunda vocação humanista, profissionalismo e entrega em Cuba e no mundo».

A 3 de Dezembro, celebra-se o nascimento do cientista cubano Carlos J. Finlay (1833-1915), que, em 1881, descobriu o agente transmissor da febre amarela. Durante cerca de três décadas a data foi conhecida, no país, como Dia da Medicina Americana, mas, com o triunfo da revolução, institui-se como Dia da Medicina Latino-Americana e do Trabalhador da Saúde, sendo ocasião para homenagear todos os trabalhadores que se dedicam à promoção, preservação e restabelecimento da saúde, dentro e fora de país.

Neste contexto, o titular da pasta do sector, José Ángel Portal, enviou uma missiva a todos os trabalhadores da saúde, felicitando-os e agradecendo-lhes pelo trabalho que desenvolvem, inclusive nas circunstâncias mais complexas e adversas, lidando com falta de recursos de todo o tipo, sem porem em causa o princípio da prestação dos cuidados ao povo e «escrevendo histórias incríveis» no país e nas terras do mundo «onde levaram a sua solidariedade».

Uma data para lembrar as conquistas de Cuba

A data serve também para ressaltar os principais avanços e conquistas na área da Saúde na maior ilha das Antilhas, para alimentar o desafio de manter a fasquia alta, bem como para destacar a cooperação a nível internacional – mesmo com as dificuldades decorrentes do bloqueio imposto pelos EUA.

É o momento de sublinhar os avanços nos programas e projectos que respondem a emergências epidemiológicas, na prevenção e controlo de doenças não transmissíveis, bem como na diminuição da mortalidade infantil e materna.

Ileana Morales, directora de Ciência e Inovação Tecnológica do Ministério da Saúde Pública, destacou recentemente que os indicadores dos programas concretos «falam de um trabalho sustentado dos profissionais do sistema nacional de saúde», indica a Prensa Latina.

Um exemplo disso é a presença, entre 1963 e a actualidade, de 407 mil trabalhadores cubanos do sector em 164 países de todos os continentes. Actualmente, há mais de 28 mil distribuídos por 58 países.

Outro exemplo é o da aposta na formação de jovens do continente e de países subdesenvolvidos. Desde a sua fundação, a 15 de Novembro de 1999, por iniciativa do líder da revolução, Fidel Castro, a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) formou mais de 30 mil jovens de 120 países.

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