Foi a presença da embaixadora de Barbados, Nicolla Simone Rudder, do embaixador de Cuba, Juan Antonio Fernández Palacios, do embaixador do Haiti, Alrich Nicholas, do embaixador da Venezuela, Jorge Valero, assim como uma representante da embaixada do México, Izaskun Pineda, que se realizou a reunião promovida pelo deputado comunista João Oliveira, cujo o objectivo, além de estreitar laços, passou por reforçar a solidariedade com a América Latina e Caraíbas.
A iniciativa destaca-se ainda pela vários deputados de diferentes grupos políticos deste Parlamento, um elemento que revela que existe vida para além do consenso neliberal e uma alternativa à política dos EUA e do seguidismo das altas instituições europeias.
O encontrou foi, então, um elevado momento de discussão e troca de experiências sobre a situação decorrente da ofensiva de agressão, ameaça, chantagem e ingerência promovida pela Administração Trump contra os povos desta região. Naturalmente que, dada este aspecto, «foi debatida a situação na Venezuela, com a agressão militar, o rapto do presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, Cilia Flores, assim como o bloqueio, ameaças e ingerência que os EUA continuam a promover contra este país.
A escalada de agressão dos contra Cuba foi outro dos elementos abordados no encontro, o que permitiu espaço para procurar contornar e impedir o bloqueio ao fornecimento de combustíveis, algo agravando pelo criminoso bloqueio económico, financeiro e comercial imposto há décadas.
A situação de Barbados e do Haiti foi também abordada, com os seus altos representantes a darem conta dos diversos problemas e desafios nacionais que ambos os países enfrentam, naturalmente decorrentes da situação do continente, mas também de séculos de saque por parte das principais potências imperialistas.
Num apanhado geral, João Oliveira reiterou a posição do PCP. O deputado no Parlamento Europeu reafirmou a condenação à ingerência, desestabilização e agressão promovida pelos EUA na América Latina e Caraíbas e reiterou ainda a solidariedade com os povos que resistem e que têm o direito a decidir soberanamente o seu caminho de desenvolvimento e de progresso social.
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