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Luta garante aumentos salariais

Quer na TST, quer nas empresas de produtos farmacêuticos, os sindicatos têm mobilizado diversas acções de luta, que resultaram em aumentos salariais, mostrando a força da organização dos trabalhadores.

Créditos / fectrans

Para além do aumento da tabela salarial base, o acordo que os trabalhadores aprovaram esta terça-feira contempla aumentos no subsídio de refeição, nas diuturnidades, no valor da refeição em deslocado e no trabalho em dia de descanso, refere em comunicado a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans/CGTP-IN).

«Esta é a demonstração de que é com a luta que os trabalhadores conquistam novos e melhores salários e este resultado tem que ser referência para todo o sector», pode ler-se na nota.

No entanto, a federação sindical sublinha que a valorização dos salários dos trabalhadores do sector não pode ser na base do referencial da inflação, mas sim garantir aumentos reais, que distanciem o salário dos trabalhadores do salário mínimo nacional.

Aumentos no sector dos produtos químicos e farmacêuticos

Também o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio e Escritórios (CESP/CGTP-IN) chegou a acordo para revisão dos salários e subsídios para o ano de 2021, conseguindo o aumento de todas as cláusulas de expressão pecuniária e de todos os níveis da tabela salarial.

Sublinhando que todos os valores têm efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2021, o sindicato refere que foi ainda decido requerer a Portaria de Extensão para que os salários e subsídios acordados se apliquem a todos os trabalhadores das empresas grossistas de produtos químicos.

Os trabalhadores têm agora direito, por cada dia de trabalho, a um subsídio de refeição no valor de 6,50 euros, 37,50 de diuturnidades e 36,60 de abono para falhas de caixa.

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