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Tutela não deu resposta às reivindicações dos docentes

Greve nacional de professores a 21 de Junho

A Fenprof decidiu manter a greve nacional para dia 21 de Junho, após uma reunião inconclusiva, esta terça-feira, em que o Ministério da Educação não se compremeteu com o descongelamento das carreiras e um regime especial de aposentação.

CréditosHugo Delgado / Agência LUSA

A decisão foi comunicada ao final da tarde de ontem, após uma reunião do secretariado nacional da Federação Nacional de Professores (Fenprof/CGTP-IN), na sequência de um encontro com a tutela.

Apesar de reconhecerem «avanços importantes», os professores consideram que o Ministério da Educação continua sem dar respostas concretas sobre questões relacionadas com o descongelamento das carreiras, a criação de um regime especial de aposentação e outras relacionadas com a organização dos horários de trabalho dos docentes.

A federação sindical regista os compromissos em abrir processos de vinculação extraordinária em 2018 e 2019, e em considerar o tempo dos intervalos na componente lectiva dos professores do 1.º Ciclo. Também a harmonização dos horários do Pré-Escolar com os do 1.º Ciclo é sublinhada como «resultado de uma luta persistente e determinada».

A greve dos professores do Ensino Artístico Especializado, com início agendado para hoje, foi desconvocada pela Fenprof depois de o Governo se ter comprometido a abrir concursos de vinculação para estes docentes, durante o próximo ano lectivo e com efeitos a partir de Setembro de 2018.

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