Na próxima terça-feira, no Porto, e uma semana depois, em Viana do Castelo, o CPPC promove a realização de sessões públicas em defesa da paz – ambas às 18h.
A 43.ª edição do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano começou, esta quinta-feira, com um convite a desfrutar «a lo grande», depois de dois anos de restrições devido à Covid-19.
Com o propósito de consciencializar e mobilizar a população para a defesa da dignidade, direitos e bem-estar das pessoas com deficiência, o Município do Seixal assinala a data instituída pela ONU.
Os trabalhadores da Mahle – Componentes de Motores, em Murtede (Cantanhede), iniciam esta segunda-feira, dia 5, uma série de greves, que se prolonga até dia 16, informa o SITE Centro-Norte.
Dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, por comparação com o ano anterior, há mais 5,8 milhões de pessoas em situação de miséria.
Alfredo Maia, D. Januário Torgal Ferreira e Sérgio Dias Branco são alguns dos participantes num debate, este sábado, a partir das 15h, no Auditório da Junta de Freguesia de Santo Ildefonso, no Porto.
O Catar disse adeus em campo, mas continua a contabilizar diferentes valores dados às ferramentas que, por aqui, se compram e se vendem. Num dia em que seleções vencedoras têm mais algo a provar, o negócio continua a não pertencer à cooperativa.
Pedro Norton de Matos critica a ultrapassagem económica de Portugal pela Roménia e adverte que os resultados não podem ser diferentes se as políticas forem iguais. Lobo Xavier defende a importância do 25 de Novembro. Pedro Mexia diz que os socialistas não devem ter vergonha do que fizeram no Verão Quente do passado. E João Miguel Tavares nomeia o 25 de Novembro como mãe da democracia. Clara Ferreira Alves explica que não é a mesma coisa condenar os crimes de guerra na Ucrânia e nomear a Rússia como Estado patrocinador do terrorismo. São os comentadores com Nuno Ramos de Almeida e Pedro Tadeu.
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Dias da luta
3 de Dezembro de 2018
Manifestação de bombeiros sapadores e municipais, em Lisboa, contra o novo estatuto, pela valorização da profissão e da carreira, e pela melhoria do serviço de socorro.
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