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Reformados contra retenções na fonte indevidas

O MURPI defende a devolução imediata aos reformados das retenções na fonte que tenham sido feitas de forma indevida.

Marcha contra os cortes nas pensões, promovida pela Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos (MURPI), em Lisboa, 12 de Abril de 2014
O MURPI afirma que muitos pensionistas não sentiram o aumento a que têm direito devido ao agravamento fiscalCréditosMário Cruz / Agência LUSA

Numa nota emitida, a Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI) valoriza o facto de, pelo terceiro ano consecutivo, ter havido aumento extraordinário para as pensões mais baixas e de, pelo segundo ano, os reformados, pensionistas e idosos recuperarem «o direito ao pagamento por inteiro do subsídio de Natal, aumento das pensões e aumento extraordinário que se regista a partir do mês de Janeiro».

No entanto, o MURPI sublinha a necessidade de «corrigir e actualizar os valores da tabela de taxas de retenção do IRS, bem como de aplicar a Lei do Orçamento do Estado para 2019», considerando que «muitos pensionistas não sentiram o aumento a que têm direito» devido ao agravamento fiscal, por «falta de actualização dos valores da tabela de taxas de retenção na fonte do IRS e também pela falta de isenção do pagamento das taxas moderadoras para valores até 653,96 euros».

 

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