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Militares e militarizados reivindicam recontagem do tempo de serviço

Membros das Forças Armadas, da GNR e da Polícia Marítima conjugam esforços em defesa da recontagem do tempo de serviço.

CréditosAntónio Pedro Santos / Agência Lusa

Em comunicado, na sequência de uma reunião conjunta realizada na passada sexta-feira, as associações profissionais militares - AOFA (oficiais), ANS (sargentos) e AP (praças), e a Associação dos Profissionais da GNR, a Associação Nacional dos Sargentos da GNR e a Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima anunciam a realização de um «plenário no próximo dia 15 de Abril, pelas 17h30, na Casa do Alentejo, em Lisboa», para discutirem a questão da recontagem do tempo de serviço.

Estas movimentações associativas surgem face ao desacordo com a proposta do Governo apresentada nas reuniões reuniões com a Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, a Secretária de Estado da Defesa Nacional e a Secretária de Estado da Administração Interna, que, segundo o comunicado, pretende apenas devolver «cerca de 1 ano e poucos meses a todos os profissionais destes sectores integrados nas carreiras especiais».

Nesse sentido, as associações pretendem conjugar esforços «em defesa do tempo de serviço congelado», e na defesa intransigente dos seus direitos e do descongelamento «de, pelo menos, 7 anos».

Recorde-se que as associações profissionais de militares já se tinham manifestado, na passada semana, contra a proposta do Governo, reinvidicando um efectivo processo negocial e assumindo inteira disponibilidade para o diálogo.

 

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