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|Educação

Ratazanas encerram estabelecimento escolar

Secundária do Restelo: nova praga de ratos e falta de condições

Perante a segunda praga de ratos deste ano lectivo, pais e encarregados de educação da Escola Secundária do Restelo, em Lisboa, exigiram esta quinta-feira urgentes compromissos de manutenção e limpeza do recinto escolar, e denunciaram a persistência de problemas que afectam o dia-a-dia dos alunos.

CréditosMiguel A. Lopes / Agência Lusa

A praga de ratos que se verificou esta semana levou a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária do Restelo (APEEESR) a frisar num comunicado que, «além da desinfestação prevista e necessária nestes próximos dias, é urgente que existam compromissos de manutenção e limpeza do recinto escolar (mato) para que as pragas se consigam controlar».

De acordo com a associação, são também necessários «planos concretos para uma requalificação de fundo nas infra-estruturas desta escola, permitindo as condições mínimas para um ensino público de qualidade».

A Escola Secundária do Restelo e a Escola Básica (EB) 1 de Caselas, em Lisboa, fecharam portas ao início da tarde de ontem para se realizar uma desratização, informou o director do Agrupamento de Escolas do Restelo, Júlio Santos.

Em declarações à Lusa, o responsável avançou que as escolas, do mesmo agrupamento, fecharam esta quarta-feira e só voltam a abrir na segunda-feira, depois de cumprido o período de «quarentena e resguardo».

Júlio Santos recordou que há cerca de um mês e meio se confrontaram com «uma situação com roedores» e que será feita uma intervenção, dentro das duas escolas, por parte de uma empresa contratada para o efeito e, no exterior, a Junta de Freguesia, em articulação com a Câmara de Lisboa, irá proceder à limpeza na área circundante.

Frio nas salas e amianto nas coberturas

Foi na passada sexta-feira que a Secundária do Restelo foi notícia pelo facto de os alunos terem de se aquecer com mantas e cachecóis durante as aulas, em virtude de janelas com vidros partidos e outras que não fecham. 

A APEEESR sublinha que faltam, «entre outras coisas, um pavilhão gimnodesportivo, um refeitório autónomo e com capacidade para os mais de 1400 alunos, uma avaliação ambiental às coberturas de fibrocimento, mobiliário novo nas salas de aula e um sistema eléctrico remodelado que permita aquecimento».

Neste sentido, admite que «a intervenção prevista em 2018 apenas para os balneários da escola e na sequência de uma greve de professores é claramente insuficiente».

A APEEESR frisa que «tem tido uma constante preocupação com o estado das infra-estruturas da escola», razão pela qual já organizou acções de voluntariado para colmatar a degradação no mobiliário das salas de aula. Simultaneamente criou uma petição para divulgar a necessidade de intervenção e enviou cartas ao Ministério da Educação relatando a deterioração das coberturas de fibrocimento.  

Acresce que, desde 2016, a associação tem vindo a alertar a Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares para a necessidade de um pavilhão gimnodesportivo.


Com Agência Lusa

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