|Câmara Municipal de Avis

Avis comemora o seu 807.º aniversário

Várias iniciativas vão assinalar, no dia 15 de Agosto, os 807 anos da Vila Alentejana, fundada em 1214. O hastear da bandeira da Vila de Avis na Torre da Rainha, às 9h, dá início às comemorações.

Vila de Avis
Vila de AvisCréditos / visitportugal

O aniversário deste município do Alto Alentejo contará ainda com a apresentação do livro de poesia, Avis – Um Lugar no Coração, da autoria de João Marques Costa, que decorrerá na Casa das Artes, com início às 17h30. Obra de um autor «avisense que, após se reformar das actividades na banca e no ensino, dedicou parte do seu tempo à escrita, repartindo este gosto pela História, em particular sobre a Ordem de Avis, a crónica e a poesia», informa a Câmara Municipal de Avis (CMA).

Com início às 22h, segue-se o primeiro concerto de Pedro Mendes na sua terra natal, para apresentar o seu álbum de estreia Tempo. O espectáculo terá lugar no «emblemático Largo do Convento», anuncia o comunicado da CMA.

Em cumprimento com as normas definidas pela Direcção-Geral de Saúde (DGS), o evento «tem lotação limitada, com bilhetes gratuitos que estarão disponíveis a partir de dia 10 de Agosto na recepção dos espaços museológicos (CIOA/MUSCA) e no serviço de atendimento do Município, sendo atribuído um máximo de dois bilhetes por pessoa».

A fundação da Vila de Avis «começou a delinear-se em 1211, quando D. Afonso II doou uma porção de terra aos freires de Évora devido à importância estratégica da sua localização» e às suas características naturais, para que estes procedessem à construção de um castelo e de um convento, e se avançasse para o seu povoamento. «De acordo com a placa fundacional que se encontra junto à Torre de S. Roque, foi em 1214 que a vila foi fundada e tiveram início os trabalhos de fortificação e edificação do castelo».

Do castelo original restam três torres e alguns segmentos da muralha, ainda com algumas das portas. A Assembleia Municipal de Avis aprovou, no final de Junho, um documento em que denunciava a falta de investimento do Governo na manutenção do património no concelho.

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