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Abolição das portagens é «solução justa» para o Interior do País

Perante as declarações do ministro Adjunto sobre a possibilidade de revisão do valor das portagens no Interior do País só para as empresas de transportes e mercadorias, a União dos Sindicatos de Castelo Branco (CGTP-IN) reafirma a defesa da sua abolição.

 Foto de Arquivo: trânsito na A23
Foto de Arquivo: trânsito na A23CréditosAntónio José / Agência Lusa

A direcção da União dos Sindicatos de Castelo Branco afirma num comunicado que «a única solução aceitável e justa para o Interior do País, e particularmente para a A23, A24 e A25, é a abolição das portagens».

O ministro Siza Vieira admitiu na Assembleia da República que poderiam ser revistas as portagens de ligação ao Interior do País apenas para as empresas de transportes e mercadorias.

A estrutura sindical considera que a situação continuaria assim a penalizar «gravemente as populações e os trabalhadores que têm de se deslocar por motivos da sua vida pessoal, familiar e profissional», não tendo em conta «as micro, pequenas e médias empresas que não têm actividade de transportes» e continuando «a ser um obstáculo ao desenvolvimento do turismo da região, com consequência negativas para a indústria hoteleira e da restauração».

A estrutura sindical reafirma «que o Orçamento do Estado para 2018 deve consagrar a abolição das portagens» e apela à «luta unida, determinada e forte» das populações, e em particular dos trabalhadores, dos empresários, dos autarcas e de todos os que querem o Interior de Portugal desenvolvido».

Lembra ainda «a particular importância» do lançamento e execução «de um Plano de Emergência para o distrito de Castelo Branco, já apresentado ao Governo», que deve incluir «a urgência e necessidade de abolição das portagens para todos».

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