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Marcha lenta contra as portagens na A23 e A25

A Plataforma pela Reposição das SCUT vai realizar uma marcha lenta entre a Covilhã e Castelo Branco, na próxima sexta-feira. «Portagens travam desenvolvimento da região», denuncia.

Movimento defende a abolição das portagens nas antigas vias sem custos para o utilizador (SCUT), A23 e A25
Movimento defende a abolição das portagens nas antigas vias sem custos para o utilizador (SCUT), A23 e A25 Créditos / Jornal do Fundão

A acção, que havia sido calendarizada para o dia 6 deste mês, integra o conjunto de resoluções aprovadas no Fórum Público pela Reposição das SCUT, realizado no mês de Março, na Covilhã.

Num comunicado no Facebook, a comissão organizadora explica que a marcha lenta parte da Covilhã e de Castelo Branco em direcção à freguesia de Lardosa, no concelho albicastrense. 

Na Covilhã, o protesto parte do Jardim das Artes, pelas 15h30, passa pelo hospital, segue pela Estrada Nacional (EN)18 no sentido do Parque Industrial do Fundão, entrando depois na A23 (Torres Novas – Guarda) até Castelo Novo, com saída para a EN18, em direcção à Lardosa. Com o mesmo destino, em Castelo Branco a partida está marcada para as 16h, junto ao campo de futebol. 

Depois desta, segue-se uma marcha lenta contra as portagens na A25 (Aveiro – Vilar Formoso) e uma acção de protesto em Lisboa, junto à residência oficial do primeiro-ministro, ambas a decorrer entre Abril e Maio, em datas «a anunciar brevemente».

A Plataforma pela Reposição das SCUT na A23 e A25, que junta comissões de utentes, uniões de sindicatos da Guarda e de Castelo Branco, e associações empresariais, espera para esta sexta-feira uma «forte mobilização» da comunidade local em torno de uma questão que afecta «residentes e quem nos visita, trabalhadores e empresas». Por outro lado, acrescenta, «põe em causa o próprio desenvolvimento económico e social da região».

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