|Venezuela

Venezuela sem analfabetismo há 15 anos

A 28 de Outubro de 2005, a Unesco declarou o país sul-americano como Território Livre de Analfabetismo, feito alcançado «graças à visão inclusiva e humanista do Comandante Chávez», declarou Maduro.

Créditos / VTV

Através da rede social Twitter, o chefe de Estado venezuelano reafirmou o compromisso de aprofundar as políticas humanistas e de inclusão social promovidas durante as últimas duas décadas, desde a chegada ao poder do líder revolucionário Hugo Chávez Frías (1954-2013).

«Passaram 15 anos desde que a Venezuela foi declarada pela Unesco como Territorio Livre de Analfabetismo. Uma vitória que alcançámos graças à visão inclusiva e humanista do Comandante Chávez, e que hoje aprofundamos e garantimos, apesar do brutal bloqueio imperial», destacou Nicolás Maduro.

A 28 de Outubro de 2005, o Fundo das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) reconheceu o trabalho do país sul-americano que conduziu à alfabetização de 1,5 milhões de venezuelanos através do método cubano «Yo Sí Puedo», materializado na Missão Robinson.

Em 2003, o então presidente Hugo Chávez lançou este programa social, com o apoio de Cuba, com o objectivo de ampliar os planos de formação, em particular o ensino da leitura e da escrita, no seio da população historicamente excluída e mais vulnerável: pobres, indígenas, privados de liberdade, adultos idosos e pessoas com deficiência, refere a VTV.

Mais tarde, o presidente venezuelano criou a Missão Robinson Digital, destinada à alfabetização tecnológica, procurando fazer com que um maior número de pessoas dominasse a utilização das novas tecnologias e das redes sociais.

Chávez pôs ainda em prática as missões Robinson II, Ribas e Sucre, para garantir a realização dos estudos primários, secundários e superiores, respectivamente.

A Missão Robinson II Produtiva foi já criada pelo presidente Nicolás Maduro, em Novembro de 2015, e, destinando-se a quem não completou o ensino primário, dá ainda a esta população a oportunidade de aprender ofícios, proporcionando aos visados apoios do Estado com vista à formação de unidades socioprodutivas.

Tópico