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Mobilizações nos EUA e no Canadá contra o bloqueio a Cuba

Cubanos residentes nos Estados Unidos e no Canadá, bem como grupos solidários em ambos os países exigiram este domingo o levantamento do bloqueio imposto à Ilha.

Mobilização no Reino Unido contra o bloqueio imposto a Cuba 
Mobilização no Reino Unido contra o bloqueio imposto a Cuba Créditos / @BrunoRguezP

Esta reivindicação fez-se sentir no contexto da quinta jornada «Tenemos Memoria: Solidaridad vs Bloqueo», promovida pelo Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), com o apoio da iniciativa Puentes de Amor, que é dinamizada pelo cidadão cubano-norte-americano Carlos Lazo.

Realizaram-se caravanas de automóveis e bicicletas, bem como concentrações nalguns espaços públicos nas cidades de Miami, Chicago, Los Angeles, Alburquerque, Nova Iorque, Washington, Seattle e Las Vegas, nos Estados Unidos, informa a Prensa Latina, que dá conta ainda de acções solidárias nas redes sociais.

Exigiram ao presidente dos EUA, Joseph Biden, que ponha fim ao cerco económico, comercial e financeiro – uma política que foi significativamente aumentada durante a administração de Donald Trump, com a implementação de 243 medidas, e que, apesar das promessas de Biden, se mantêm em vigor.

Por seu lado, no Canadá houve mobilizações nas cidades de Montreal, Vancouver, Ottawa e Winnipeg, segundo revelou a iniciativa Puentes de Amor.

Ao longo do fim-de-semana, ocorreram mobilizações solidárias também na Argentina, na Nicarágua, na República Dominicana, no Reino Unido, na Bélgica, no México, em Itália, entre outros países, sendo que a iniciativa do ICAP abrangeu mais de duas de dezenas de cidades a nível mundial.

Na sua conta de Twitter, o ministro cubano dos Negócios Estrangeiros destacou o facto de a rejeição do bloqueio imposto pelos EUA a Cuba na Assembleia Geral das Nações Unidas ser acompanhada por acções de cidadãos cubanos residentes no estrangeiro e grupos solidários.

«Com caravanas e actividades em dezenas de cidades, levantam-se as vozes contra essa política que tenta asfixiar o povo da ilha antilhana», frisou.

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