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Situação das escolas e jardins de infância denunciada em Lisboa

Dirigentes, delegados e activistas sindicais vão concentrar-se amanhã, 28 de Junho, 14h30, em frente ao Ministério da Educação, num plenário que vai avaliar o estado da rede pública escolar de infância.

Créditos / DW

Apesar das sucessivas promessas dos sucessivos governos, a resolução dos problemas que afectam os trabalhadores e os alunos da rede pública de escolas e jardins de infância continua por concretizar, lamenta, em comunicado enviado ao AbrilAbril, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS/CGTP-IN).

Os dirigentes, delegados e activistas sindicais que vão participar amanhã, dia 28 de Junho, no plenário, com início às 14h30, irão também entregar, no Ministério da Educação, o caderno reivindicativo do sector para o ano lectivo 2022/23, exigindo a sua atempada negociação.

As escolas e jardins de infância públicos precisam de garantir a contratação do número de trabalhadores efectivamente necessário para dar conta das necessidades, «sem recurso ao trabalho precário para desempenhar funções de carácter permanente».

Os trabalhadores querem ainda a «atribuição da exclusividade de funções dos trabalhadores não docentes (assistentes operacionais e assistentes técnicos) nas escolas que transitaram para a responsabilidade dos municípios» e o consagrar dos postos de trabalho nos mapas de pessoal, «para assegurar a consolidação da mobilidade geográfica dos técnicos superiores».

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