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Greve nas cantinas das prisões pelo pagamento das horas extra

Os trabalhadores vão exigir, no dia 7 de Fevereiro, melhores condições de trabalho à Uniself, empresa que gere as cantinas das prisões dos distritos de Braga, Bragança, Porto, Viana do Castelo e Vila Real.

Trabalhadores das cantinas, refeitórios e bares concessionados num protesto em frente às instalações da empresa Sogenove, na Maia
Créditos / AbrilAbril

Na próxima semana os trabalhadores que exercem a sua actividade nas prisões geridas pela Uniself, ou em cantinas que confeccionam as refeições para esses estabelecimentos prisionais, vão estar em paralisação total.

Em nota à imprensa, o Sindicato de Hotelaria do Norte (CGTP-IN) que representa estes trabalhadores refere que solicitou uma reunião à empresa e que esta «nem se dignou a responder».

Os trabalhadores exigem o pagamento do trabalho suplementar em dívida, o aumento dos salários em 90 euros e a melhoria das condições de trabalho que consideram «inaceitáveis».

No que toca às categoriais profissionais, lembram que deve proceder-se à reclassificação dos cozinheiros, dos motoristas e das empregadas de refeitório que não têm classificações adequadas.

Exigem também a atribuição de um subsídio de risco igual aos dos professores que trabalham nas prisões no valor de 170 euros mensais.

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