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Greve nas cantinas do SUCH por aumentos salariais

O pré-aviso de greve abrangia os trabalhadores do SUCH de todo o País, para o último dia do ano, pelo facto de a empresa ter recusado iniciar as negociações salariais para 2020.

Concentração dos trabalhadores em frente aos escritórios do SUCH, no Porto
Créditos / Sindicato da Hotelaria do Norte

Na Região Norte, na cantina do hospital de São João, apenas foram assegurados os serviços mínimos, bem como na cantina do Hospital Pedro Hispano e as lavandarias dos hospitais Magalhães Lemos e Vila Real, onde a adesão também foi elevada, avançou o Sindicato de Hotelaria do Norte (CGTP-IN).

A greve realizou-se pelo facto de a administração do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) ter recusado iniciar as negociações salariais para 2020, denunciou o sindicato.

Os trabalhadores estiveram em luta exigindo – para além da negociação da revisão do acordo de empresa para 2020 – aumentos salariais de 90 euros para todos os trabalhadores e a redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais.

Reivindicam ainda o pagamento do subsídio de risco de 7%, o pagamento do trabalho prestado ao sábado e domingo com um acréscimo de um euro por cada hora prestada, a actualização do subsídio de refeição para 5,10 euros e a criação de um complemento de doença e de acidente de trabalho.

O reforço do quadro de pessoal, contra «os ritmos intensos de trabalho», por melhores condições de vida e de trabalho, é outra das exigências.

Para a semana, vai ser solicitada novamente uma reunião à administração para dar início às negociações; se não for aceite, os trabalhadores vão voltar à greve.

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