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Greve na Redwarm com adesão de 80%

Os trabalhadores da Redwarm, dentro da Secil, em Setúbal, estão esta segunda-feira em greve. Exigem o cumprimento do acordo celebrado em 2011, além de aumentos salariais e 615 euros de salário mínimo.

Concentração de trabalhadores da Redwarm, junto à fábrica da Secil, em Outão
Concentração de trabalhadores da Redwarm, junto à fábrica da Secil, em OutãoCréditos / União dos Sindicatos de Setúbal

Durante a manhã, os trabalhadores que garantem a manutenção das máquinas na fábrica de cimento da Secil estiveram concentrados em protesto junto à entrada, para exigir o cumprimento do acordo celebrado em 2011, que previa aumentos salariais e o pagamento de anuidades.

No pré-aviso, paralelamente à anterior, outras reivindicações consistem em aumentos salariais para 2018, sobre os valores do referido acordo, de pelo menos 4%, num mínimo de 40 euros por mês, como também a fixação na empresa de um salário mínimo em 615 euros, independentemente da categoria ou antiguidade do trabalhador.

Segundo a União de Sindicatos de Setúbal, a paralisação abrange sobretudo o horário entre as 8h e 17h, com uma adesão a rondar os 80%, estando em linha com a registada anteriormente, entre 18 a 20 de Junho, num protesto de uma hora por dia, que alcançou os 75%.

A greve de 24 horas foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores e Cortiças do Sul e Regiões Autónomas (STCCMCS/CGTP-IN).

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