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Polícias reclamam melhores condições de trabalho

A ASPP reafirmou junto do ministro da Administração Interna, dos grupos parlamentares e da Direção Nacional da PSP a sua insatisfação pela manutenção de problemas nas divisões aeroportuárias.

Profissionais das forças de segurança, correspondendo ao apelo da ASPP e da APG, concentraram-se esta manhã em frente ao MAI, reivindicando a aplicação do subsídio de risco. Esta acção decorreu em simultâneo com a realização de mais uma ronda negocial entre as associações sindicais e o governo. Lisboa, 21 de Julho de 2021
profissionais das forças de segurança têm-se manifestado por um justo subsídio de riscoCréditos / Facebook/ASPP

Uma das questões que a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) reclama é a melhoria das condições de estacionamento no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

Ao contrário do acontece nos aeroportos do Porto e de Faro, onde os profissionais das forças e serviços de segurança continuam a utilizar os mesmos parques para estacionar as suas viaturas particulares, em Lisboa os profissionais da PSP, GNR, Autoridade Tributária e SEF foram, segundo a ASPP, «despejados» para o parque mais distante das instalações policiais, enquanto frente ao edifício da Divisão da PSP se «encontram parques vazios».

Recorde-se que, nos primeiros meses deste ano, a ASPP/PSP e as estruturas representativas dos inspectores do SEF, dos profissionais da Autoridade Tributária e dos profissionais da GNR promoveram acções  de luta com o objectivo de garantir a continuidade da disponibilização gratuita dos lugares de estacionamento nos parques que utilizavam, nomeadamente nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada.

Outro aspecto sublinhado pela ASPP é a atribuição do chamado subsídio Covid-19. Considerando que a partir desta quarta-feira, 1 de Dezembro, serão aplicadas novas medidas no combate à epidemia, a associação sindical reivindica alterações à Portaria que regula a aplicação deste subsídio. A Portaria apenas menciona os controlos nas fronteiras terrestres, esquecendo as fronteiras aéreas e marítimas, designadamente os profissionais que estão diariamente a proceder a fiscalizações nos aeroportos.

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