Esta decisão dos comunistas surge na sequência de o ministro da Educação, Ciência e Inovação se ter furtado a dar esclarecimentos que são devidos e à prestação de contas do Governo na Assembleia da República, recusando-se a participar na Comissão Parlamentar de Educação até 21 deste mês. Por outro lado, o PCP considera que não há sinais da resolução dos problemas, o que constitui mais um motivo para o ministro ir «rapidamente à Assembleia da República».
O PCP afirma que não está garantida «a fiabilidade neste procedimento de avaliação dos exames nacionais» e, nesse sentido, importa que sejam dados esclarecimentos,
Entretanto, os comunistas sublinham que é «inaceitável» ser o PSD e não o Governo, a fazer o anúncio público do pagamento aos professores «de trabalho extraordinário (como se não fosse uma obrigação o pagamento do trabalho extraordinário)».
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