A CNA chama a atenção para o facto de os apoios «excepcionais e temporários» criados pelo Governo, para fazer face à escalada do preço dos combustíveis verificada em consequência do conflito no Médio Oriente, serem «muito insuficientes para fazer face à subida exponencial dos preços».
A Confederação sublinha que o preço do gasóleo agrícola sofreu um aumento brutal de 50 de cêntimos desde o início da guerra no Irão, há cerca de um mês, mas o que «o Governo põe agora em marcha é um apoio muito inferior», e com aplicação apenas a partir desta quarta-feira, dia 1 de Abril. Isto é, ficam excluídos todos os «custos acrescidos suportados pelos agricultores no mês de Março».
Nesse sentido, a CNA reclama que, para efeito dos apoios governamentais, sejam também «considerados os consumos efectuados no mês de Março». Por outro lado, considera necessário um «controlo efectivo do mercado energético, com a regulação de preços», a par da necessidade de «criação de um programa de compras conjuntas», de forma a permitir a aquisição de fertilizantes e de outros factores de produção, «a preços mais favoráveis».
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