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Covid-19 (II) – A Europa

No auge do tsunami que dizimava o Norte de Itália com milhares de mortos, a «Europa» rica, logo ali ao lado, fez-se de morta, e o ansiado socorro acabou por chegar da tão distante e caluniada... China!

CréditosSteffano Cavicchi / EPA

No segundo da pequena série de artigos sobre o desenvolvimento da primeira fase da Covid-19, recordamos que, como foi referido no primeiro (O Início), a Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO) e a comunidade científica internacional reconheceram a rapidez e eficácia da resposta chinesa ao surgimento e propagação do novo coronavírus.

Repetindo as palavras do Prof. James Le Duc, Director do Galveston National Laboratory da Universidade do Texas, nos USA, «de forma rápida, as autoridades sanitárias chinesas reconheceram o aparecimento de uma nova doença, isolaram de imediato os infectados e instituíram medidas impressionantes para limitarem a disseminação da doença e caracterizar o novo agente patogénico…».1.

Contudo, segundo a empresa de Inteligência Artificial BlueDot, de Toronto, dirigida pelo infecciologista Dr. Kanram Kahn, no dia em que a OMS foi alertada (31 de Dezembro), quando ainda só havia 27 doentes infectados, teriam saído cerca de 800 mil pessoas de Wuhan, algumas por via área, espalhando a pandemia pelo mundo.2.

A reacção dos países europeus foi significativamente diferente da da China, quando, em fins de Fevereiro, surgiram os primeiros casos de Covid 19 em Itália.

Excluindo alguns sectores ligados a áreas da Saúde, a ameaça pandémica foi inicialmente olhada, pela opinião pública europeia, como distante e confinada a regiões mais ou menos exóticas da China e do Extremo Oriente.

Mesmo depois do aparecimento do primeiro caso europeu, em Bérgamo, a 27 de Fevereiro de 2020, e da rápida expansão da doença nessa região industrializada do Norte de Itália com fortes ligações comerciais com a China, os velhos preconceitos paternalistas e xenófobos foram explorados pelos media, com referência aos hábitos primitivos dos comedores de morcegos e a métodos ditatoriais só possíveis nesse país, afinal manifestações do seu «total desprezo pelos direitos humanos».

Foi essa marca de retrógrado maniqueísmo com uma pincelada de anticomunismo que aflorou na comunicação social dominante, antes dos países democráticos do «Ocidente» (Itália, Espanha, França, Bélgica…) começarem a tomar algumas das medidas «ditatoriais» de confinamento que antes apontavam à China.

Também por isso, na região industrial de Bérgamo, onde o número de infectados e de mortos começou a crescer exponencialmente, os trabalhadores foram obrigados a continuar a laborar nas fábricas como se nada se passasse, sem medidas de protecção ou de confinamento social, para não prejudicarem os lucros do grande patronato e as contas da nação.

«Foi essa marca de retrógrado maniqueísmo com uma pincelada de anticomunismo que aflorou na comunicação social dominante, antes dos países democráticos do «Ocidente» (Itália, Espanha, França, Bélgica…) começarem a tomar algumas das medidas "ditatoriais" de confinamento que antes apontavam à China.»

«Já em situação de plena emergência – em cinco dias o número oficial de infectados subiu para 110 na região –, a Confindustria, associação patronal da indústria italiana (que reúne cerca de 1200 empresas com mais de 80 000 trabalhadores), iniciou uma campanha nas redes com a etiqueta #YesWeWork.» – afirma a jornalista ítalo-catalã Alba Sidera, no portal ctxt.es, também citada no AbrilAbril (13-4-20).

«No dia 8 de Março, o número oficial de infecções na Bergamasca tinha passado de 220 para 997 (numa semana)

«Dois dias depois, o confinamento alargou-se a todo o país, mas nada mudou na região da Bergamasca, onde as infecções aumentavam e as suas fábricas continuavam a laborar a um ritmo imparável

Eis o primeiro factor (pouco referido pelos media) dos tristes recordes batidos pela Itália como país que inaugurou a pandemia na Europa.

A situação só se alterou – tendo sido implementadas as primeiras medidas de protecção e isolamento social – quando o número de infectados em Itália passou de 10 mil (10 149), no dia 10 de Março, para mais de 100 mil no fim do mês (101 739), tendo duplicado no fim de Abril (205 463). 

Também o número de mortes que, na primeira data, era de 631, passou, no dia 30 de Março, para 11 591 e a 30 de Abril tinha mais do que duplicado, atingindo um total de 27 967 . 3.

Rapidamente o pico de infecções foi replicado em Espanha, Bélgica e França, e os hospitais das regiões mais atingidas – duramente castigados pelas medidas «austeritárias» do neoliberalismo vigente desde os anos 80 – viram-se inundados de doentes, esgotando ou ultrapassando a capacidade de serviços cuidados intensivos e de ventilação mecânica necessária aos casos mais críticos.

De forma brutal, a discussão «civilizada» sobre a «eutanásia voluntária» em casos de sofrimento terminal sem solução à vista, foi substituída por lógicas de catástrofe em que, friamente, se passou a considerar que os velhos, mais expostos, não deviam ocupar um ventilador que poderia vir a ser necessário a um doente jovem.

Assim se passou a condenar, à partida, muitos dos «caritativamente» designados como seniors a uma morte por sonegação de cuidados que lhes podiam ter dado mais décadas de vida.

«(...) na região industrial de Bérgamo, onde o número de infectados e de mortos começou a crescer exponencialmente, os trabalhadores foram obrigados a continuar a laborar nas fábricas como se nada se passasse, sem medidas de protecção ou de confinamento social, para não prejudicarem os lucros do grande patronato e as contas da nação.»

Nas recomendações do Grupo de Bioética da Sociedade Espanhola de Medicina Intensiva (Semicyuc), os critérios de selecção de doentes para ventilação mecânica explicitavam que se devia «evitar o critério habitual de, o primeiro a chegar é o primeiro a receber assistência» e apontavam a idade e «mais esperança de vida com qualidade» como factores de selecção, acrescentando também parâmetros não médicos como o «valor social da pessoa doente» (alínea 23).

Assumiu-se assim a prioridade de acesso a um ventilador aos membros de uma elite considerada «com valor social», que se considera pairar acima do comum dos mortais, sem sequer serem definidos os critérios de reconhecimento de tal estatuto.

Felizmente, contrariando esse polémico critério, o relatório do European Resuscitation Council (ERC), «COVID-19 Guidelines», clarifica que: «Não há motivos éticos para favorecer grupos ligados à profissão, estatuto social ou critérios similares. Nem características pessoais, como a capacidade de pagar, o nível de vida ou méritos sociais devem contar como critério ético de prioridade4

Dificilmente serão contabilizadas as vítimas da Covid-19 causadas pelo estrangulamento pré-existente dos serviços públicos de saúde e do «Estado Social», inteiramente da responsabilidade das políticas hiperprivatizadoras iniciadas por Lady Tatcher e Donald Reagan nos anos oitenta.

«A crise do coronavírus resulta tanto da perigosidade da doença como da degradação organizada do sistema de saúde5

No meio da tempestade, que começou por afectar alguns dos países do Sul, a Alemanha e a França foram os primeiros a proibir a exportação de ventiladores e produtos sanitários para fora das suas fronteiras, acautelando necessidades próprias, mandando a «união» europeia e as sacrossantas regras de livre comércio às urtigas.

A 11 de Março, o jornal americano Washington Examiner titulava: «Nem um único país europeu respondeu aos pedidos de ajuda da Itália».

No auge do tsunami que dizimava o Norte de Itália com milhares de mortos (a meio de Maio contabilizavam-se mais de 30 mil mortos), a «Europa» rica, logo ali ao lado fez-se de morta, e o ansiado socorro acabou por chegar da tão distante e caluniada… China!...

Foi o país dos comedores de morcegos e do desprezo pelos direitos humanos que, de forma pronta e solidária, enviou para Itália ventiladores, médicos treinados em Covid-19 e equipamento necessário à prestação de cuidados e à segurança dos combatentes da linha da frente. Cuba foi outro país que enviou médicos para apoio a Itália.

Segundo o escritor e analista político Roberto Buffagni (Italiaeilmondo, 14 de Março de 2020), existem essencialmente dois tipos de gestão da crise pandémica que «reflectem fielmente a ética e a forma de entender o interesse nacional e as prioridades políticas dos Estados»:

1 - O objectivo não é combater o contágio, mas tratar os doentes (modelo alemão, britânico, parcialmente francês).

2 - O objectivo é combater o contágio, tanto quanto possível, com medidas de emergência para isolar a população (modelo chinês, italiano, sul-coreano).

«Aqueles que escolhem o modelo 1 fazem um cálculo de custo/benefício, e optam por sacrificar uma parte da população. A proporção de pré-condenados depende da capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde, em particular do número de vagas disponíveis em terapia intensiva. (…) da composição demográfica da população (as pessoas idosas estão em maior risco) e de fatores imprevisíveis, como mutações do vírus.»

Na lógica dessa opção, a morte de idosos ou já doentes não compromete a funcionalidade do sistema económico, aliviando até os custos do sistema de pensões, da saúde e da assistência social a médio prazo, e também desencadeia um processo economicamente expansivo graças à herança, o que aumentaria a liquidez e os activos dos jovens com maior propensão para consumir e investir.

Para além dos Estados Unidos e do Brasil (que merecem o tratamento à parte no próximo artigo), podemos encontrar a opção 1 de Buffagni na fase inicial da Grã-Bretanha e da Suécia, antes de, fruto da pressão da opinião pública e da crítica da comunidade científica, arrepiarem caminho, pagando o atraso das medidas de isolamento social com um maior número de mortos.

«Assumiu-se assim a prioridade de acesso a um ventilador aos membros de uma elite considerada "com valor social", que se considera pairar acima do comum dos mortais, sem sequer serem definidos os critérios de reconhecimento de tal estatuto.»

A 12 de Março, na Grã-Bretanha, quando a previsão, sem confinamento, apontava para um número de mortos entre 250 mil e os 500 mil, Boris Johnson ainda declarava ao The Times: «Isto vai-se espalhar mais e devo advertir o público britânico: muitas mais famílias vão perder os seus entes queridos prematuramente.» E acrescentava: «para já, não iremos determinar o encerramento de escolas (…) e também, por enquanto, não será decretada a suspensão de eventos públicos, nomeadamente desportivos».

A 5 de Maio, o Reino Unido tinha o maior número de mortes por coronavírus da Europa. Havia 29 427 registadas em todo o território - um número que o secretário de Relações Exteriores, Dominic Raab, disse ser «uma grande tragédia»6.

A Suécia, que também seguiu um percurso semelhante, desprezando de início o isolamento social e suspensão das actividades não essenciais, pagou caro essa decisão. Em fins de Maio, o número total de mortos na Suécia era de 3679 e o rácio por milhão de habitantes de 365, três vezes superior ao de Portugal que tinha um total 1210 mortos e 119 por milhão de habitantes.

A 21 de Maio, o Público noticiava que a Suécia ultrapassara a Grã-Bretanha passando a ser o país com mais mortes per capita da Europa. Para além da política de facilitação atrás referida, também a orientação dada na Suécia aos lares de idosos para não enviarem os seus doentes para os hospitais, criou situações dramáticas.

«Disseram-nos que não devemos mandar ninguém para o hospital, mesmo que tenham 65 anos e muitos anos ainda pela frente para viver», disse Latifa Löfvenberg, enfermeira que no início da pandemia trabalhou em vários lares de idosos a Norte de Estocolmo. Estes idosos «nunca chegam a ir para o hospital», contou. «Sufocam até à morte. É muito difícil ficar ali e não poder fazer mais nada a não ser ver7

Da Suécia dos direitos dos cidadãos, do tempo de Olaf Palm, já pouco resta, esmagada pelas regras desumanas do neoliberalismo que assaltou a «Europa» depois da queda da União Soviética e do Leste europeu.

No polo oposto, a Islândia – que já tinha reagido firmemente à chantagem dos bancos durante a crise económica de 2008 –, é o exemplo claro do modelo 2 de Buffagni, dando prioridade à prevenção e protecção sanitária dos seus cidadãos, agindo conforme a constituição.

Semanas antes de aparecer o primeiro caso, em Fevereiro, já a Islândia fazia testes à Covid-19 de forma massiva e gratuita a toda a população.

A 20 de Maio de 2020, o número de mortos na Islândia era percentualmente um dos mais baixos da Europa (29 por milhão de habitantes), menos de um terço do de Portugal (119), dezenas de vezes inferior aos de Espanha (594), Itália (532) e Bélgica (790).

Mas será que deixar a pandemia alastrar pela população para criar rapidamente uma «imunidade de grupo» – afinal o principal argumento dos governos dos países que não tomaram medidas de isolamento social continuando com o business as usual – tem alguma justificação científica?

A OMS acha o conceito da imunidade de grupo um «cálculo perigoso» e lembra que tem origem na epidemiologia veterinária, destacando que os «humanos não são rebanhos».

«Essa ideia de que talvez os países com medidas mais relaxadas e que não fizeram nada vão atingir de repente e de uma forma mágica a imunidade de grupo – e então se perdemos algumas pessoas mais velhas pelo caminho? – este é um cálculo muito, muito perigoso» – fez notar o director-executivo do programa de emergências de saúde da OMS, Mike Ryan.8.

E enquanto a União Europeia mostrava a sua confrangedora inutilidade,  portando-se como um velho avarento que conta os tostões deixando a família morrer à fome, a China assumia o papel de fornecedor do mundo de ventiladores, máscaras e testes, com os países «desenvolvidos», incluindo os USA, a degladiarem-se, roubando encomendas que não lhes pertenciam estacionadas em armazéns ou aeroportos de passagem, merecendo, do embaixador português em Pequim, José Augusto Duarte, a queixa de que andava «a navegar num autêntico mercado de corsários, de piratas».9.

Para o jornal alemão Handelsblatt, «Pequim está a apresentar-se como um cavaleiro de armadura brilhante. A pandemia de coronavírus está mudando o equilíbrio mundial de poder. A China quer ultrapassar os EUA como potência mundial responsável e generosa».10

Em Junho, podiam-se classificar genericamente os países europeus em três grupos:

Num primeiro, os que inauguraram a Covid-19 europeia, apanhados «descalços» sem as medidas e os equipamentos necessários (Itália, Espanha, França, Bélgica…), ultrapassando, em algumas regiões ou cidades, as capacidades dos serviços de saúde criando situações de grande desespero e tragédia.

«Foi o país dos comedores de morcegos e do desprezo pelos direitos humanos que, de forma pronta e solidária, enviou para Itália ventiladores, médicos treinados em Covid-19 e equipamento necessário à prestação de cuidados e à segurança dos combatentes da linha da frente. Cuba foi outro país que enviou médicos para apoio a Itália.»

Num segundo, os países – como a Inglaterra e a Suécia – que deliberadamente não tomaram medidas de protecção nem suspenderam as actividades económicas e sociais (modelo 1 de Buffagni), mudando depois de posição e «confinando» demasiado tarde, acumulando os mortos sem conseguirem a almejada «imunidade de grupo» nem os ambicionados resultados económicos.

Num terceiro, os países que foram atingidos mais tarde (como Portugal, Grécia, Islândia, Finlândia, Noruega), «confinando» precocemente e procurando proteger a população (embora com falhas), conseguindo «achatar a curva» logo a seguir ao primeiro embate.

Quase todos, no entanto, tendo conseguido ultrapassar o pico e vendo diminuir o número de infectados – depois de, tarde ou cedo, terem tomado medidas de protecção e isolamento social –, respiraram de alívio e «desconfinaram» sem controlo, forçando as classes mais baixas a exporem-se em transportes sobrelotados e em fábricas, escritórios ou obras da construção civil sem as condições asseguradas, esquecendo a natureza agressiva do vírus e cedendo à dureza da «pandemia económica», observando depois o ressurgimento de surtos que se multiplicam.

«A Europa deve preparar-se para uma segunda vaga»11, disse Andrea Ammon, directora do ECDC, o Centro Europeu de Controlo de Doenças, que, no entanto, não restringiu viagens nem pôs limites à lotação, dos aviões, cedendo aos interesses económicos.

Também a OMS avisou «que a Europa pode enfrentar uma segunda vaga letal de Covid-19 a partir do Outono». O seu director para a Europa, Hans Kluge, recomendou que os países europeus que estão a começar a levantar as restrições de circulação e actividade económica olhem para os exemplos de Singapura e do Japão, que «entenderam desde cedo que este não é o momento para celebrações, mas sim um momento para preparativos (…) As pessoas pensam que o confinamento terminou. Nada mudou. As medidas de controlo da doença têm de estar em vigor. Essa é a mensagem chave12.

De facto, embora as autoridades europeias tenham passado uma mensagem optimista de que o «pior já passou», transmitindo uma ideia de «fim», a pandemia continua activa e, para além do elevado número de mortes registado, não se devem desvalorizar as graves sequelas (pulmonares, cerebrais, cardíacas, renais e outras) que persistirão para toda a vida, não contabilizadas nas estatísticas oficiais.13.

A Europa, no entanto, não está a reagir ao recrudescimento de surtos da mesma forma que os países do Extremo Oriente, ignorando, mais uma vez, os seus ensinamentos. Basta ler com atenção os números e comparar a intensidade das medidas tomadas:

A China (um bilião e meio de habitantes), depois de 56 dias sem um único caso, teve um novo infectado num mercado de Pequim (22 milhões de habitantes) a 11 de Junho. Sem hesitações, «ligou de novo o botão de guerra»14 e voltou a tomar medidas duras de confinamento e testes massivos. A 1 de Julho, tinha a situação controlada com um único caso, depois de ter somado um total de 338 infectados sem um único morto. («China Appears to Have Tamed a Second Wave of Coronavirus in Just 21 Days with No Deaths», Time 2-7-20.

«A Coreia do Sul (55,7 milhões de habitantes) voltou a implementar medidas rigorosas de contenção do vírus na capital, Seul, após o maior aumento de novas infecções por coronavírus em quase dois meses (…) com 79 novas infecções, sendo 67 delas na região de Seul – este é o número mais elevado de novas infecções em 53 dias15

Portugal (10 milhões de habitantes), em pleno período de desconfinamento, registou, só no dia desta última notícia (28-5-20) mais 304 novos casos. Um mês depois (28-6-20), mantinha esse elevado número diário, tendo anunciado 382 novos infectados nesse dia16.

Na vertente económica – que não é aqui analisada – a pandemia tem agravado as desigualdades, semeando desespero e miséria à medida que se prolonga, exigindo respostas que corrijam e não piorem o que já antes estava mal. E também nesse campo não é isso que a «Europa» tem feito.


(próximo artigo – Estados Unidos e Brasil)

  • 1. Galveston National Laboratory News, Editorial , 4-2-20
  • 2. «Tracking the Coronavirus Pandemic with AI: BlueDot featured on 60 Minutes»; University of Toronto/«60 minutes», CBS, 27-4-20
  • 3. Worldometer
  • 4. ERC, «COVID-19 Guidelines», 24-4-20
  • 5. R. Lambert e P Rimbert, Le Monde Diplomatique, Abril 2020.
  • 6. BBC, 5-5-20
  • 7. Público, 21-5-20
  • 8. Reuters, 11-5-20
  • 9. Público, 21-5-20
  • 10. Agência Deutch Welle, 3-4-20
  • 11. Público, 20-5-20
  • 12.  Público, 15-5-20
  • 13. «Pulmonary and cardiac pathology in African American patients with COVID-19: an autopsy series from New Orleans», The Lancet, 27-5-20 / «O que revelaram os corações, cérebros e pulmões de doentes de coronavírus: autópsias fornecem pistas para a doença», Expresso 2-7-20
  • 14.  CGTN, 19-6-20
  • 15. DN, 28-5-20
  • 16. Worldometer

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