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Trabalhar na manutenção de elevadores deve ser profissão de risco

Aproxima-se do milhar de subscritores a petição para que a profissão de técnico electromecânico de elevadores seja considerada de desgaste rápido.

Créditos / Fiequimetal

Lançada pelos sindicatos da Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas e Eléctricas (Fiequimetal/CGTP-IN) com associados nas empresas deste subsector, a petição é dirigida à Assembleia da República, de modo a alcançar a definição, para todos os efeitos legais, da profissão de técnico electromecânico de elevadores como profissão de desgaste rápido, com acesso à reforma com 55 anos de idade ou 35 anos de descontos.

Por outro lado, os subscritores reclamam que a discussão no Parlamento vá no sentido de se cumprir com o direito de igualdade entre sector público e privado, previsto na Constituição, com consequente regulamentação para atribuir o subsídio de insalubridade, penosidade e risco a todos os trabalhadores do subsector dos elevadores, independentemente do vínculo contratual e da dimensão das empresas para que prestam serviço.

«Infelizmente, nos últimos anos, verifica-se o aumento de acidentes graves e fatais com trabalhadores, alguns subcontratados, mas também com utilizadores destes equipamentos», lê-se no texto da petição, onde se afirma que, desde o início da pandemia de Covid-19, este subsector não parou de trabalhar, pelo que os técnicos estiveram expostos aos riscos de contágio, em mobilidade geográfica em todo o País, em instituições como lares, hospitais e centros de saúde.

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