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Trabalhadores do SAMS exigem respeito e querem defender a contratação colectiva

Sindicatos e comissão de trabalhadores dirigir-se-ão, dia 16 de Julho, à residência do primeiro-ministro, para questionar a ausência de resposta aos trabalhadores por parte do Ministro do Trabalho.

Fachada do hospital do SAMS em Lisboa
Fachada do hospital do SAMS em LisboaCréditosTiago Petinga / Agência LUSA

Passados oito meses, o ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social (MTSSS) continua sem dar resposta ao pedido de reunião feito desde Outubro de 2018 (e reiterado em Março e Abril deste ano) pelos sindicatos e comissão de trabalhadores.

Em comunicado do Sindicado dos Enfermeiros Portugueses (SEP), é explicado que uma delegação de representantes irá, na próxima terça-feira, à residência oficial do primeiro-ministro, porque tarda a resposta do MTSSS, mesmo depois das acções de luta levadas a cabo pelos trabalhadores em Novembro de 2018 e em Março de 2019, «com concentração junto à residência oficial do primeiro-ministro tendo o respectivo assessor económico assumido o compromisso de diligenciar junto do MTSSS a concretização da referida audiência».

Para os trabalhadores é determinante «prosseguir as negociações dos Instrumentos de Regulamentação Colectiva de Trabalho (IRCT) em vigor» e acusam a direcção do SBSI/SAMS de querer fazer caducar os mesmos «após ter encerrado unilateralmente todos os processos negociais».

O sindicato avança ainda que os dirigentes do SBSI/SAMS «comunicaram recentemente aos trabalhadores que deixavam de aplicar, por sua iniciativa, um dos IRCT em vigor e concretamente não pagavam os aumentos salariais devidos desde 2016».

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