|IPSS

Trabalhadores das IPSS exigem cumprimento da lei

Os trabalhadores das misericórdias exigem que estas cumpram a lei e apliquem a portaria de extensão em vigor e pela qual lutaram ao longo dos anos.

Concentração de trabalhadores das IPSS, Misericórdias e Mutualidades, em dia de greve nacional do sector, em frente à União das Misericórdias Portuguesas, em Lisboa. 21 de Outubro de 2022 
Concentração de trabalhadores das IPSS, Misericórdias e Mutualidades, em dia de greve nacional do sector, em frente à União das Misericórdias Portuguesas, em Lisboa. 21 de Outubro de 2022 Créditos / AbrilAbril

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) considera que «os trabalhadores do sector social, IPSS, misericórdias, e mutualidades não aceitam continuar a desempenhar funções essenciais ao país, sem qualquer reconhecimento ou valorização».

O CESP chama ainda a atenção para o facto de haver trabalhadores com «mais de vinte anos de entrega a esta causa» e que continuam a receber o salário mínimo «ou pouco mais», para além de cargas horárias pesadas e do desregulamento dos horários.

Nesse sentido, os trabalhadores das IPSS reivindicam que a vigência do seu Contrato Colectivo de Trabalho seja a partir de 1 de Janeiro e não de Julho.

Tópico

Contribui para uma boa ideia

Desde há vários anos, o AbrilAbril assume diariamente o seu compromisso com a verdade, a justiça social, a solidariedade e a paz.

O teu contributo vem reforçar o nosso projecto e consolidar a nossa presença.

Contribui aqui