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Trabalhadores da Nobre não desistem de lutar por melhores condições

Os trabalhadores da Nobre de Rio Maior cumprem um dia de greve, esta segunda-feira, naquela que é a 28.ª paralisação desde 2023, face à recusa da empresa em negociar o caderno reivindicativo.

Trabalhadores da Nobre, em greve, concentram-se à porta da unidade fabril em Rio Maior, numa acção de luta convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB/CGTP-IN). 3 de Março de 2025 
CréditosCarlos Barroso / Agência Lusa

A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB/CGTP-IN) e decorre durante todo o dia, com piquete a partir das 9h, em frente à fábrica.

Os trabalhadores da Nobre de Rio Maior, no distrito de Santarém, uma empresa certificada, com tecnologia de ponta e altos padrões de qualidade alimentar, exigem um aumento salarial de 150 euros, a valorização do subsídio de refeição e do trabalho nocturno, a implementação de diuturnidades, 25 dias de férias e o fim do recurso à contratação precária.

Conforme apontou, na semana passada, o sindicato, em comunicado, os trabalhadores lamentam a falta de vontade da empresa para negociar o caderno reivindicativo e decidiram voltar à greve. Durante a última paralisação, no passado dia 12 de Março, foi entregue à administração da Nobre uma moção com as reivindicações dos trabalhadores. Até ao momento, critica o SINTAB, a empresa não apresentou qualquer resposta quer ao caderno reivindicativo, quer à moção apresentada.


Com agência Lusa

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