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Professores aproveitam para lutar no dia que é seu

Um regime de aposentação específico, o fim da precariedade e da municipalização são algumas das principais exigências que levam os docentes às ruas de Lisboa esta terça-feira, Dia Mundial do Professor. 

Delegados e dirigentes dos sindicatos que integram a Federação Nacional de Professores (Fenprof/CGTP-IN) protestaram contra um «orçamento restritivo para a Educação, o Ensino Superior e a Ciência» em frente à Assembleia da República, a 29 de Outubro de 2020, primeiro dia do debate na especialidade do Orçamento de Estado para 2021
Créditos / Fenprof

A iniciativa anunciada em Julho pela Federação Nacional de Professores (Fenprof/CGTP-IN) ganha um sentido especial numa altura em que se aproxima a discussão do Orçamento do Estado do próximo ano.

A recomposição da carreira, um regime de aposentação e rejuvenescimento da profissão, horários e condições de trabalho são alguns dos seis temas centrais da iniciativa de amanhã, que parte do Largo de Santos, pelas 15h, em direcção ao Ministério da Educação, terminando com uma intervenção do secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

Os professores exigem a erradicação da precariedade profissional e um regime de concursos são outras das reivindicações a que a Fenprof tem dado voz, a que se junta a defesa de um regime de gestão democrática das escolas e o combate à municipalização da Educação

O Dia Mundial do Professor foi instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela UNESCO (Agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) com o objectivo de assinalar a aprovação, em 1966, da Recomendação sobre a Condição do Pessoal Docente, no âmbito de uma conferência intergovernamental então realizada.

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