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Manifestação de trabalhadores da Amarsul a 2 de Março

Os trabalhadores da empresa de tratamento de lixos do grupo Mota-Engil saem à rua para manifestar o seu descontentamento e mal-estar com a proposta de aumento apresentada pela administração para 2022.

A Amarsul é responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos urbanos dos nove municípios da Península de Setúbal (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal)
A Amarsul é responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos urbanos dos nove municípios da Península de Setúbal (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal) Créditos / Cibersul

Os trabalhadores da Amarsul vão concentrar-se na Praça do Brasil, em Setúbal, no próximo dia 2 de Março pelas 10 horas, deslocando-se depois para a Praça do Bocage, onde vão realizar um Plenário Geral de trabalhadores para aprovarem uma resolução que será entre na Câmara Municipal de Setúbal, um dos accionistas da empresa, informa em comunicado a União dos Sindicatos de Setúbal (USS/CGTP-IN).

Expressarão assim o seu desagrado com a proposta de aumentos salariais para 2022 apresentada pela administração da empresa, a qual não os satisfaz, tanto no que diz respeito ao aumento salarial como ao subsídio de refeição e transporte, e à atribuição do Subsídio de insalubridade, penosidade e risco.

A secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha participará nan acção de luta, segundo a USS.

A Amarsul é a empresa responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos urbanos dos concelhos do Seixal, Sesimbra, Barreiro, Setúbal, Moita, Montijo, Palmela, Almada e Alcochete.

Foi uma das últimas privatizações do governo PSD/CDS, em 2015, e faz agora parte do Grupo EGF/Mota-Engil.

 

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