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Plenário e cordão humano denunciam degradação de escola de Telheiras

As trabalhadoras não docentes da EB 2,3 de Telheiras, em Lisboa, associam-se ao cordão humano promovido pela Associação de Pais, esta sexta-feira, pelas 8h, com a realização de um plenário frente à escola.

Créditos / Lisboa.pt

As iniciativas seguem-se à paralisação do passado dia 4, no Agrupamento Vergílio Ferreira, em que o alerta estava centrado na falta de pessoal. Como o AbrilAbril denunciou então, só na Escola Básica (EB) 2,3 de Telheiras, mais conhecida por Mário Chicó, para um universo de 620 alunos, o estabelecimento dispõe apenas de dez trabalhadores, metade dos que existiam no final da década de 90. Mas esse é só um dos problemas com que esta escola se confronta diariamente.

À falta de pessoal, junta-se a degradação das instalações e medidas de autoprotecção (MAP), isto é, planos de segurança e emergência obrigatórios por lei, mas que estão «por implementar há anos». 

A denúncia é da Associação de Pais da EB de Telheiras, que promove um cordão humano esta sexta-feira, pelas 8h, à porta da escola, a fim de «chamar a atenção para problemas que se arrastam há demasiado tempo» e lutar pela «segurança e dignidade» dos alunos. As trabalhadoras não docentes associam-se à iniciativa, com a realização de um plenário no mesmo local. 

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