Esta acção é promovida pela Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste (CPDLO), que considera estar posto em causa o futuro desta linha face à «previsão de uma nova paragem do serviço de transporte de passageiros, pelo anunciado período de nove meses».
A CPDLO fala de «um longo espaço de tempo em que se agravaram as dificuldades de funcionamento» da Linha do Oeste, considerando as obras «que já deveriam estar prontas há mais de dois anos que provocaram interrupções no serviço, no troço entre Caldas da Rainha e Meleças», a falta de material circulante e, agora, «diferentes casos de derrocadas e deformação da linha, devido às condições climatéricas». Tudo isto faz com que os comboios estejam parados na Linha do Oeste.
A comissão acusa o Governo, a CP e a IP de desrespeito pelos utentes da Linha do Oeste e pelas populações da região, por não terem tomado as medidas para «garantir que os utentes da Linha do Oeste continuem a poder utilizar o serviço ferroviário, mesmo que alternado com o transporte rodoviário».
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