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Oficiais exigem soluções para o IASFA

A Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) manifestou, uma vez mais, a sua preocupação face à situação do Instituto de Acção Social das Forças Armadas /IASFA)

CréditosJoão Relvas / Agência Lusa

Desta vez, a propósito da rescisão unilateral da «José de Mello Saúde», com o acordo que mantinha com o IASFA/ADM, a partir do dia 1 do próximo mês de Abril, «alegando incumprimento contratual por parte do IASFA por atrasos no pagamento e a consequente acumulação de dívida que tal acarreta». Aliás, a AOFA prevê ainda a possibilidade de outros grupos da área da saúde privada seguirem este exemplo.

No comunicado que emitiu, a Associação de Oficiais chama a atenção para o recente relatório do Tribunal de Contas «que recomenda ao Governo soluções já apontadas pela AOFA e por demais conhecidas dos Oficiais das Forças Armadas, do Governo e das Chefias».

O cerne da questão, segundo a AOFA, é «o facto de parte muito significativa das receitas provenientes dos descontos realizados pelos Militares e suas Famílias para a ADM não estar a ser utilizada para os fins a que exclusivamente se destinam (pagamento às Entidades Protocoladas e comparticipações no acesso ao Regime Livre)».

A AOFA considera que se impõe, por um lado, «a tomada de medidas muito concretas que levem à regularização cabal, por parte do Ministério da Defesa Nacional, da dívida acumulada» e, por outro, um debate sobre a actual organização do IASFA.

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