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Mesmo na canícula, solidariedade firme com o Saara Ocidental

O CPPC deu conta esta terça-feira, no Facebook, da acção solidária com o povo saarauí realizada no Porto no mês passado. O fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental voltou a ser exigido no nosso país.

A sessão solidária celebrada no Porto exigiu ao Governo português uma posição clara de condenação das agressões do Reino de Marrocos Créditos / Plataforma Cascais

Mesmo em tempo de Verão e, para muitos, de férias, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e Universidade Popular do Porto (UPP) associaram-se para levar a efeito a sessão «Liberdade para o Saara Ocidental».

A iniciativa, que decorreu a 13 de Julho nas instalações da UPP, teve formato digital e online, revelou ontem o CPPC na sua página de Facebook, tendo contado, entre outros, com a participação do professor Henrique Borges, da dirigente do CPPC Ilda Figueiredo, do jornalista Jorge Ribeiro e de Sérgio Vinagre, da UPP.

A sessão promovida pelo CPPC e pela Universidade Popular do Porto teve formato presencila e online / CPPC

No decorrer da acção solidária com povo do Saara Ocidental, foram reafirmadas algumas das exigências que o CPPC tem colocado ao longo dos anos, nomeadamente o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e a libertação dos presos políticos saarauís que se encontram nas prisões marroquinas.

Na iniciativa, que incluiu uma conferência, reclamou-se igualmente a instalação de um mecanismo permanente das Nações Unidas que acompanhe o respeito dos direitos humanos do povo saarauí nos territórios ainda ocupados.

O respeito pelo inalienável direito à autodeterminação do povo saarauí foi uma tomada de posição reafirmada na sessão que teve lugar no Porto, na qual se voltou a exigir ao Governo português «uma posição clara de condenação das agressões do Reino de Marrocos contra o povo saarauí», bem como de «exigência do cumprimento das deliberações da ONU quanto ao Saara Ocidental».

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