|Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos

CGD com menos trabalhadores e menos balcões

Segundo revelou António Domingues, ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), ouvido hoje no Parlamento, o plano de reestruturação da CGD implicava diminuir 2200 trabalhadores até 2020.

https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/1013d6c3e01a631dd2022e2ae0b1ed10.jpg?itok=lwr43YJU
Tudo indica que o plano de reestruturação da CGD passa pela redução de trabalhadores e balcões
Tudo indica que o plano de reestruturação da CGD passa pela redução de trabalhadores e balcõesCréditos

Um «programa relativamente suave», considerou António Domingues, referindo-se ao plano estratégico desenhado para a CGD. O ex-presidente afirmou que não contariam com rescisões, explicando que das 2200 pessoas envolvidas, 600 serão afastadas por reforma e as restantes por pré-reforma. Quanto ao encerramento de balcões, será «entre 150 a 200» mas «provavelmente até vão ser mais», afirmou.

Numa audição perante os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças, o presidente da CGD até ao final de 2016 – cargo que deixou, sendo substituído por Paulo Macedo – explicou hoje o plano estratégico que desenhou para o banco nos últimos meses, que implica uma redução de custos ao longo de cinco anos, desde logo com a saída de trabalhadores.

Tópico

1 Comentários

no artigo "CGD com menos trabalhadores e menos balcões

Repete-se a extraordinária visão deste gestor publico que actuou da mesma form no Ministério da Saúde. Fechar Balcões indiscriminadamente sem olhar à condicionantes ou a critérios estudados e despedir tranalhadores é o seu único trunfo. Não sabe fazer mais nada do eu encurtar despesas às custas dos Bancários de nível baixo e médio, porque aqueles que têm vencimentos mais elevados e estão próximo das chefias e dos Directores, jamais serão prejudicados nos vencimentos e mordomia. Como não existe Sindicato dos Bancários o "genial" Paulo Macedo podes fazer tudo contra quem de facto trabalha.