|Alentejo

Farmácias hospitalares com dificuldade em preparar medicamentos para quimioterapia

Em causa está a falta de recursos humanos nas farmácias hospitalares do Alentejo, que afecta sobretudo os hospitais de Elvas, Portalegre e Beja. O grupo parlamentar do PCP já questionou o Governo. 

Créditos / Pixabay

Depois das notícias vindas a público sobre a possibilidade de as farmácias hospitalares do Alentejo deixarem de preparar medicamentos para quimioterapia, o grupo parlamentar do PCP questionou o Governo através dos ministérios da Saúde e das Finanças.

Segundo declarações da bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, no final de Junho, a falta de recursos humanos, agravada com a falta de substituição em período de férias ou em situações de baixa por doença e parentalidade, pode vir a pôr em causa a produção dos referidos medicamentos para quimioterapia. Os comunistas alertam que, caso tal ocorra, haverá evidentes prejuízos para os doentes, que «serão obrigados a deslocar-se a outras unidades hospitalares, em alguns casos percorrendo grandes distâncias». 

Na missiva ao Governo, o PCP pede esclarecimentos sobre o agudizar dos problemas da falta de pessoal nas farmácias hospitalares do Alentejo e indaga sobre que medidas serão tomadas para garantir a contratação de pessoal e evitar a ruptura na produção de medicamentos para quimioterapia.

Tópico