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Câmara de Sesimbra pede esclarecimentos ao Governo sobre aterro do Zambujal

A Câmara Municipal de Sesimbra alerta que a população está a ser afectada pela deposição e queima de resíduos no aterro, e insiste na urgência de intervir para mitigar danos, também para o ambiente.

Na sequência da reportagem «Paraíso da Impunidade», emitida pela RTP na passada sexta-feira a propósito do aterro do Zambujal, a Câmara Municipal de Sesimbra enviou um ofício ao ministro do Ambiente e da Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes.

No documento, a autarquia solicita esclarecimentos sobre a informação avançada pelo Ministério na reportagem do «Sexta às 9», onde se garante que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) vai realizar em 2021 um estudo de recuperação do aterro, financiado em 200 mil euros pelo Fundo Ambiental.

A Câmara Municipal de Sesimbra volta a mostrar preocupação com a população que está a ser afectada pela deposição e queima de resíduos no aterro ilegal, no Parque Natural da Arrábida, e insiste na urgência de uma intervenção para mitigar os danos para o ambiente e para as pessoas.

A este propósito, e tal como foi avançado no programa, a autarquia confirma a intenção de processar o Estado português caso não seja concretizada uma solução num horizonte temporal próximo.

Desde Setembro de 2019 que a Câmara, a Junta e Assembleia de Freguesia do Castelo, a Assembleia Municipal e a população têm movido acções para parar este atentado ambiental.

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