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Acção solidária em Lisboa exige o fim das ameaças dos EUA à Venezuela

Várias organizações promovem um protesto em Lisboa, esta quinta-feira, dia da segunda audiência do julgamento do presidente Maduro e da deputada Cília Flores, sequestrados pelos EUA desde 3 de Janeiro. 

Manifestação organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de apelo ao «Fim à agressão dos EUA à Venezuela - Solidariedade com os Povos da América Latina», Porto, 3 de Fevereiro de 2026
Créditos / Adérito Machado

Promovida por entidades como a Associação Conquistas da Revolução (ACR), CGTP-IN, Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Movimento Democrático de Mulheres (MDM), Projecto Ruído e União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), a iniciativa está marcada para as 17h, na Rua 1.º de Dezembro (final da Rua do Carmo), e exige o fim das ameaças dos EUA à Venezuela, a libertação do Presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores, e o cumprimento dos princípios do direito internacional.

Amanhã realiza-se a segunda audiência do julgamento de Maduro e Cília Flores, que se encontram sequestrados pelos EUA desde 3 de Janeiro. Segundo um comunicado das organizações, a data marcou o início de uma escalada, com a Venezuela a sofrer «ataques militares, agressão e ameaças que continuam, em total violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional».

Com a acção de denúncia desta quinta-feira, os organizadores, onde se incluem a Associação de Amizade Portugal-Cuba e Associação Portuguesa de Juristas Democratas, reivindicam o fim das ameaças, da ingerência e da agressão dos EUA à República Bolivariana da Venezuela, bem como a outros países da América Latina e das Caraíbas. Simultaneamente, apelam à «solidariedade com a luta dos trabalhadores e do povo venezuelano e de outros povos pela sua soberania e direitos, nomeadamente pelo direito a viver em Paz».

A concentração em Lisboa contará com a recolha de postais solidários, numa acção que as entidades promotoras enquadram na mobilização «em defesa da Paz, Soberania e Solidariedade», que registou grande expressão nas manifestações do passado dia 14 de Março.

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