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«O que faz falta é dar voz à malta!»

Ouvir os jovens e dar-lhes voz é o que se propõe fazer a Associação Cultural TOMA, no próximo dia 14, às 21h, na Sociedade Musical Capricho Setubalense, em Setúbal.

Fachada lateral da Sociedade Musical Capricho Setubalense, em Setúbal 
Fachada lateral da Sociedade Musical Capricho Setubalense, em Setúbal Créditos / Wikimedia Commons

Com esta iniciativa, que decorrerá sob o mote «o que faz falta é dar voz à malta», a TOMA inicia o novo ano desafiando os jovens a reflectir sobre tudo o que os rodeia, abordando a sua relação «com a Cultura no actual panorama de incerteza e crise num futuro próximo» e procurando perceber a relação «com a profissão que escolheram seguir», caso esta «esteja relacionada com qualquer forma de expressão de arte». 

Partindo da ideia de que «precisamos de jovens cultos, curiosos, criativos, numa sociedade que parece amorfa», a associação assume que, apesar de anestesiados pelo «entretenimento fácil, pelos telemóveis, pelos futebóis, pelas estatísticas da doença da moda», os jovens são o futuro e é neles que devemos depositar «a nossa esperança de salvação mais imediata», investindo e ajudando-os no seu percurso.

Neste debate marcarão presença, entre outros, Iolanda Rodrigues (coreógrafa, professora e membro da direção pedagógica da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal), Joana Tomé (designer), para além de artistas convidados como Ângela Marques (pintura ao vivo), Sofia Viegas (piano), Leonor Pinto, Henrique Santos, Mariana Faria, Rita Nascimento e Victória Carolino (dança) e Laurinda Charrua (performance).

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